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O Brasil liderou as entradas de investimentos estrangeiros direto (IED) em 2016 e se manteve como principal receptor de recursos financeiros na região. Os IED diminuíram 7,9% no ano passado na América Latina e Caribe, se comparado com 2015, e somaram US$ 167,04 bilhões. Esse valor representou uma queda de 17% a partir do máximo alcançado em 2011, de acordo com relatório divulgado na última quinta-feira (10), em Santiago do Chile, pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Com um aumento de 5,7% nas entradas de recursos, o Brasil recebeu US$ 78,9 bilhões, valor que equivale a 47% do total dos investimentos diretos na região. O México foi o segundo na lista, com US$ 32,1 bilhões (19%), seguido pela Colômbia, com US$ 13,6 bilhões (15,9%).

O documento salienta também que os resultados na região "são explicados pelos preços baixos das matérias-primas e seu impacto nos investimentos direcionados para o setor de recursos naturais, pelo lento crescimento da atividade econômica em várias economias e pelo cenário global de sofisticação tecnológica e expansão da economia digital que tende a uma concentração dos investimentos multinacionais nas economias desenvolvidas”.

Fonte: Metro1

Foto: Marcos Santos/ USP Imagens

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