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A 3ª Sessão Ordinária do 2° Período Legislativo da Câmara de Camaçari, ocorrida nesta quinta-feira (10/08), foi pautada por indicações de pavimentação asfáltica de vias localizadas na sede e orla do município. O movimento grevista dos professores, que tem causado suspensão das aulas nas escolas municipais, também foi bastante discutida entre os parlamentares.
 
O vereador Binho do Dois de julho (PC do B), através da Indicação N°446, solicitou pavimentação asfáltica das Primeira, Segunda, Terceira, Quarta e Quinta Travessas do Parque Real Serra Verde. Aproveitando a oportunidade, Zé do Pão (PTB) e Oziel (PSDB) lembraram que a indicação já havia sido feita na gestão anterior, e se comprometeram em juntar esforços para que as benfeitorias sejam realizadas o mais breve possível na localidade.
 
Ainda na mesma linha, a vereadora Fafá de Senhorinho (DEM) indicou ao Chefe do Poder Executivo pavimentação asfáltica nas ruas principais de Possu, Quinta de Abrantes e Vila Nova, localizadas no bairro Possu de Abrantes, em Vila de Abrantes. “Conheço essa comunidade e da sua dificuldade em trafegar no local por causa dos inúmeros buracos das vias”, justificou a parlamentar.
 
Com a indicação N°490, o vereador Marcelino (PT) solicitou ao Executivo pavimentação asfáltica, drenagem e instalação de rede de esgoto na Rua M do Campo, no Bairro do Parque Satélite. A matéria foi aprovada por unanimidade.
 
Os vereadores da Bancada da Oposição, composta pelos parlamentares Teo Ribeiro (PT), Jackson Josué (PT), Marcelino (PT), Dentinho do Sindicato (PT) e Binho do Dois de Julho (PC do B), apresentaram Moção de Repúdio contra o que, segundo eles, representa um impedimento ao direito de greve dos professores municipais de Camaçari, que estão em campanha salarial.
 
“Por que colocar na justiça a greve dos professores se estamos em processo de discussão?”, indagou Teo Ribeiro. “A classe está brigando por um direito constitucional, adquirido com muita luta, e o governo não está respeitando esse direito”, justificou.
 
Já o vereador Jorge Curvelo (DEM), líder da Bancada do Governo, informou que o Executivo, não quis tirar os direitos dos professores, e justificou o motivo pelo qual ainda não houve consenso entre as partes. “Por causa da crise que assola todo o país, estão faltando recursos para atender as exigências da classe. Por isso, precisamos entrar em acordo”, disse.
 
O parlamentar comentou, ainda, que a gestão tem procurado meios para contemplar a categoria, isentando os alunos dos problemas ocasionados pelas paralisações. “Somos contra a greve por entendermos que todos estão sendo prejudicados. Os professores, que terão que repor as aulas, os estudantes que estão fora da sala de aula e os pais que não têm onde deixar seus filhos”, finalizou.
 
Colocada em votação, a Moção de Repúdio não foi aprovada, tendo recebido cinco votos a favor, dos vereadores que formam a Bancada da Oposição. A matéria teve ainda uma abstenção, do vereador Bispo Jair (PRB).
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